domingo, 18 de fevereiro de 2018

Filhos do Dragão

APÓS O CONGRESSO DO PAIGC, NÃO EXISTE ACORDO DE CONACRI-Diz Braima Camará líder dos "15"

Braima Camara, líder do grupo dos “15” exorta ao PAIGC para anular o Nono Congresso Ordenarão do partido realizado recentemente em Bissau, no qual DSP foi reeleito líder dos libertadores, para ter legitimidade.


Camará discursava no comício promovido pela coligação PRS, os “15” Governo e os apoiantes do regime do Presidente Mário Vaz oriundos em diferentes partes do país, afirma que a partir do dia em que o PAIGC realizou o seu congresso marcou o fim de implementação do Acordo de Conacri. 

“A partir do dia que o PAIGC realizou o seu congresso, Acordo de Conacri acabou. Se o PAIGC quer a implementação do acordo, que anule o seu congresso. Se o PAIGC não anular o seu congresso não tem condições objetivas, subjetivas, morais e políticos para exigir o cumprimento do acordo de Conacri porque violou acordo,” defende Braima Camará.

Para o político, único caminho para pôr fim a crise política na Guiné-Bissau é a realização das eleições. Daí solicita ao Presidente da República para marcar a data das mesmas, para ver quem é detentor da maioria parlamentar.

Camara assegura que foram impostos à sanções pela CEDEAO sem que essa organização ter lhes “notificado e julgado”. Apontando o seu dedo acusador ao professor Alpha Condé, Fore ghassingbe e Marcel de Sousa como protagonistas para castigar 19 políticos guineenses de forma injusta.Ainda no comício, o grupo leu um manifesto de várias páginas denunciando a “injustiça das sanções da CEDEAO”, que ainda Notabanca não dispõe.

Conosaba/Notabanca










PORTUGAL PAÍS REAL» CONGRESSO/PSD: RUI RIO QUER DEBATES ALARGADOS SOBRE DESCENTRALIZAÇÃO E SEGURANÇA SOCIAL

O novo presidente do PSD, Rui Rio, defendeu hoje debates alargados no país sobre duas matérias que considera essenciais, a descentralização e a reforma do sistema da Segurança Social.



"Os países mais atrasados são aqueles que tudo concentram e tudo centralizam. Os países desenvolvidos são os que mais se descentralizam e menos concentram", defendeu, no seu discurso de encerramento perante o 37.º Congresso do PSD.


Rui Rio questionou a necessidade de todos os institutos públicos terem a sua sede em Lisboa, "mesmo que sejam ligados à agricultura, às pescas ou às florestas".

"Será que o Tribunal Constitucional ou a Provedoria de Justiça não poderiam estar localizados, por exemplo, em Coimbra?", questionou, retomando uma proposta que já tinha feito durante a campanha.

Para o novo presidente dos sociais-democratas, um país mais equilibrado territorialmente é compatível "com uma melhor e mais rigorosa gestão da despesa pública", lembrando que "quem trouxe a dívida pública para os patamares da irresponsabilidade foi a administração central".

Sem nunca falar em regionalização, Rio avisou que se for para "gastar muito e mal", mais vale nada mudar na administração do território.

"Se quisermos os dinheiros do Estado melhor geridos e mais controlados, teremos de mudar de vida", apelou.

Para Rio, "é este debate sério, sem tabus" que está por fazer em Portugal e que "o PSD propõe que o país faça em nome do seu próprio futuro".

Sobre Segurança Social, Rui Rio defendeu igualmente a urgência de uma reforma que confira "justiça, racionalidade económica e sustentabilidade" ao sistema, salientando que é preciso "atuar enquanto é tempo".

"É este o desafio que o PSD faz ao Governo, aos demais partidos e aos parceiros sociais", afirmou.

Rio fez sobretudo um diagnóstico e não apontou soluções concretas, pedindo que se garanta a "equidade e solidariedade intergeracional".

"As receitas provenientes da TSU -- cujas taxas são altíssimas e pouco ajudam à criação de emprego -- não são suficientes para financiar todas as despesas", afirmou, acrescentando ser "imprescindível pensar globalmente o sistema, as suas prioridades e os efeitos que se pretendem sobre a economia









PERSONALIDADES GUINEENSES SANCIONADAS PROMOVEM MARCHA CONTRA CEDEAO


As 19 personalidades guineenses sancionadas pela Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO) promovem hoje uma marcha em Bissau para repudiar a medida, que consideram injusta.

Entre os sancionados, acusados de estarem a impedir a normalização da vida política guineense, conta-se o ministro do Interior do governo demissionário, Botche Candé, que prometeu estar "na primeira linha" da manifestação.

A marcha que irá culminar diante da sede da CEDEAO em Bissau, está a ser anunciada como "uma iniciativa de apoio à soberania e integridade dos guineenses", conforme os comunicados repetidos, na última semana, nos órgãos de comunicação social.

Conosaba/Lusa

sábado, 17 de fevereiro de 2018

GUINÉ-BISSAU: REABILITADO CENTRO DE SAÚDE DE CANOGO

O centro vai aliviar o sofrimento das mulheres.

O Unicef, União Europeia e Estados Unidos da América ajudaram o governo da Guiné-Bissau a reabilitar o Centro de Saúde da Ilha de Canogo, distante da capital Bissau.

Os 495 habitantes de Canogo, no arquipélago dos Bijagós, careciam de um sistema sanitário seguro e adequado, as crianças e mulheres grávidas morriam por falta de condições de assistência.

Conosaba/Voa





EMBAIXADOR FERNANDO DELFIM DA SILVA

Foto: ONU News
Embaixador da Guiné-Bissau junto à ONU, Fernando Delfim da Silva.
“O Acordo de Conacri foi assinado há 15 meses e estamos há 15 meses num impasse. Hoje, o presidente da República nomeou um primeiro-ministro. Peço o apoio de todo mundo para viabilizar o governo deste novo primeiro-ministro”.

O representante da Guiné-Bissau conversou com a ONU News minutos antes da reunião no Conselho de Segurança sobre o impasse político no país.

Participam da reunião também o representante especial do secretário-geral das Nações Unidas na Guiné-Bissau, Modibo Touré, por videoconferência, e o embaixador do Brasil junto à ONU, Mauro Vieira, que preside a estratégia da Comissão de Consolidação da Paz para a Guiné-Bissau.

BRIGADEIRO GENERAL DABA NAUALNA NOMEADO OFICIALMENTE PRESIDENTE DO TRIBUNAL MILITAR SUPERIOR