sábado, 22 de julho de 2017

LUSO-GUINEENSE, RICARDO MANGO (FILHO DO ANTIGO JOGADOR EUSÉBIO MANGO FERNANDES) FOI CONTRATADO PELO KFC TURNHOUT NA BELGICA


                                                             Ricardo Mango


'Quem sai aos seus não degenera'!

Joga a bola que se farta...tudo depende dele próprio para se singrar no futebol. Tudo indica que vai ter um futuro risonho!

Ricardo Mango nasceu em Portugal, possui de direito: duas nacionalidades, os pais ambos naturais da Guiné-Bissau.
Ricardo Mango é filho do empresário Eusébio Mango Fernandes ex-jogador da Selecção Portuguesa

Ricardo começou o seu trajecto no Recreio Desportivo de Águeda, onde rapidamente despertou interesse do Beira Mar, dai as coisas começaram evoluir pela positiva.

O pai do Ricardo, Eusébio falou com editor do blogue 'Conosaba do Porto' disse que, o filho é um bom jogador e tem uma particularidade incrível! Irreverente, espontâneo e emotivo. Estes são alguns dos adjetivos usados pelo pai do jovem para caracterizar o filho Ricardo Mango.

Ricardo sempre jogou no escalão acima derivado a sua qualidade e maturidade futebolística. Nos infantis jogava pelos iniciados nos iniciados jogava pelos juvenis e nos juvenis jogava pelos juniores (ingressa no Feirense onde termina a sua formação como juniores).

Já nos juniores, aos 18 anos, foi convocado pelo Emílio Peixe para a selecção sub 18 portuguesa.

No ano passado como sénior jogou no Nogueirense da segunda divisão portuguesa. De momento, contratado para jogar futebol na Bélgica ao serviço de KFC TURNHOUT da segunda divisão por uma época.


Joga a defesa Central e a lateral esquerdo. Mas a equipa Belga contratou como central onde está a ter rendimentos acima da média.

Filho Ricardo Mango e o  Pai Eusébio Mango

sexta-feira, 21 de julho de 2017

DJIDJI AKABANINO

«OPINIÃO DESPORTIVA» "DJUMBULINE NA FEDERAÇÃO GUINEENSE" (TERRA DE MAMA TACO) - QUECÓI QUETA


Geograficamente situado na Africa Ocidental que faz fronteira com Senegal ao norte, Guiné Konacry ao sul e ao Leste, e com oceano atlântico á oeste. O território guineense abrange 36.125 km2 de área, com uma população estimada em 1,6 milhões de pessoas.

Fazia parte do reino do Gabu, bem como parte do império Mali. Partes destes reinos persistiram até o século XVIII enquanto algumas outras estavam sob domínio do império português. Desde o século XVI ao século XIX a região foi colonizada e passou a ser referida Guiné-Portuguesa. 

O futebol guineense começou na segunda metade do século XIX, por expressar um jogo essencialmente físico. Depois da ida da Académica de Coimbra a Guiné-Portuguesa, nos anos 50, num torneio, onde a nossa seleção perdeu 11 a 1; essa ida do clube português à Guiné ajudou as equipas ou clubes lapidaram os seus conceitos táticos e começaram a produzir um bom futebol e deram Portugal grandes jogadores, nomes como: Nhartanga (Benfica Bissau e Lisboa, Beira Mar), Tato(Mansoa), Totala(Sporting Bissau), Leandro(Mansoa), Júlio Dias(Mansoa), Irmãos Bernar e Nene Da Velha(Canchungo), Nhabola(Benfica de Bissau e Lisboa), Totala(Sporting Bissau), Ze Coro(Mansoa), Marabu Queta(Mansoa), Júlio Jaco(Ultramarina Bissau), Julio Dias(Mansoa),Irmaos Marcelino e Bambo(Mansoa), Évora(Sacor Bissau), etc. 

Na guine abriga o mistério de saber como foi possível um país, com campo de recrutamento tão limitado, produzir tantos mitos, para muitos estudiosos da bola está ou esteve num grande caracter lutador e personalizado. Inventor do estilo artístico próprio os guineense, tal como os Senegalense acrescentaram fruto do passado histórico, regente de um secular anseio de libertação, uma atitude guerreira que permitiu a construção de uma identidade própria diferente do seu vizinho senegalês.

Na história do mundo há países que sempre tiveram avançados no tempo. A guiné sempre sentiu outra era. Depois da independência de 1974. A primeira seleção da taça Amílcar Cabral em 1975 os nomes eram: 


Guarda-Redes: Quinzinho (Sporting de Bissau), Maio (Sporting de Bafata) 

Defesas: Agostinho (Benfica), Armando Manhissa (Sporting), Mário Coro (Mansoa), Zeca Mateus(Tenis Club), Antonio Sani(Benfica), Lassana Cassama(Benfica)

Medios: Adrinano “Mestre”( Sporting de Bissau), Abrão(UDIB), Lala(Sporting Bissau), Nicolau(UDIB), Cirilo(UDIB), António Jorge “Berlie”(Sporting), Nina(Benfica)

Avançados: Carlitos Fernandes (Mansoa),

Domingos Cá (UDIB), Rufino Badonda(UDIB), Sila(Mansoa), Filipe “Tumbulo”(Farim)

Treinadores: Cipriano Jacinto,Bauer e Mario Aureliano

Médico: DR. Honório Sanches

Massagista: Anibal Da Mata 

Neste torneio a Guiné-Bissau foi as meias finais com a super-potencia Guiné-Conakry do Serifo Sulemane, Papa Camara, Bangali Sila, Petit Sori, Fanta Mali Djara, Fanta Madi Queta, etc. Perdeu por 2-4 isso demonstra que a estrutura orgânica do desporto guineense mantinha intacta; a verdade seja dita o desporto guineense começou a degradar lentamente após o afastamento do presidente Luís Cabral e apareceram dirigentes federativo “MAMA TACO”. Parece que para as pessoas o dinheiro esta sempre em primeiro lugar.

O estudo que a FIFA fez em Africa que muitos jovens são forçados abandonar à prática de um desporto que os apaixona por falta de recursos financeiros e, no entanto doa anualmente o dinheiro para todos os países africanos para desenvolver o desporto. Pergunto eu onde vai o nosso dinheiro? Pois claro! No bolso dos dirigentes federativos e os guineenses conhecem um dos presidentes da federação que se enriqueceu ilicitamente, tem hotel, vivendas alugada aos cooperantes portugueses e casas desportivas. A situação mais caricata para não dizer ridícula aconteceu em Mauritânia em 1983 durante a taça Amílcar Cabral onde tínhamos todas as condições para vencer a competição o que não aconteceu por culpa dos dirigentes; O dinheiro que o presidente Nino Vieira enviou (um milhão e quinhentos contos em franco francês) não foi entregue aos jogadores o que criou o mal-estar entre os jogadores e a equipa dividiu-se em três grupo e como consequência disso alguns jogadores recusaram jogar. Contrariamente a tese vinculada, alegando que houve suborno pela parte do Senegal o que não corresponde a verdade, a nossa derrota na final resultou da ma gestão e a ambição desmedida que sempre norteou os nossos dirigentes em detrimento do bem-estar comum. 

Basta da mediocridade, há que rever o desporto guineense em geral e futebol em particular. O desporto é como um fator social despersonalizante, é uma evidência inegável, e imutável. É preciso estruturar a sua organização: urbanizar, programar, medir, controlar e concluir. Verbos, portanto, ideias e ações. 

A guiné, é um velho país reduzido as fronteiras iniciais, está exausta da sua situação e, por vezes, dolorosa caminhada! O desporto guineense vai renascer, tem que renascer se querer acertar os ponteiros do progresso, neste contexto, escrever ou falar sobre a velha nação. A energia moral e físico do povo, a juventude, o desporto constitui a tarefa urgente inadiável. 

Nota: trabalhar estas 3 seleções

- Seleções 1960 (Taça Kwame N´Kruma), 

- 1975(primeira taça Amílcar Cabral) e 

- 1983(Geração de ouro).


Com: Bebe Silva, Mamadú Bobo Djaló, Arnaldo Silva, Baba do UDIB, Daniel Dias, Daniel Jemguba, Kecoi Queta, Mussá Kambaio, Sidico Queta, Brasia, 


Kecói Queta e Amadu Nogueira Pinto Sambu 

Selecção 1985 (Senegal) 


«MENHÉR MENHÉR» "REUNIÃO ENTRE MINISTROS DA COMUNICAÇÃO SOCIAL SÓ DEPOIS DE BISSAU RETOMAR EMISSÕES DA RTP E RDP", DIZ MINISTRO SANTOS SILVA


Portugal está "inteiramente disponível" para negociar com a Guiné-Bissau a revisão da cooperação na área da comunicação social, mas só após Bissau repor as emissões dos canais África da RTP, afirmou hoje o chefe da diplomacia portuguesa.

Augusto Santos Silva, que falava aos jornalistas no final de uma reunião de trabalho com o homólogo togolês, Robert Dussey, indicou que o Governo guineense já apresentou uma proposta de reunião setorial para ultrapassar a suspensão das emissões, cortadas unilateralmente a 01 deste mês.

Recusando a palavra "condicionar", o ministro dos Negócios Estrangeiros português optou por "usar uma frase mais suave".

"Não vamos usar a palavra condição. Vamos usar uma palavra mais suave e dizer que o trabalho bilateral que é preciso fazer será muito mais fácil a partir do momento em que as autoridades guineenses repuserem as emissões que cortaram (...) Pensamos que a melhor forma de criar condições para que o trabalho seja produtivo é repor as emissões cortadas", sustentou.

Insistindo na disponibilidade de Lisboa para se sentar à mesa das negociações, Santos Silva lembrou que os programas de cooperação "não podem ser confundidos com os conteúdos editoriais dos órgãos de comunicação social públicos".

"À luz da Constituição e da lei, o Governo não tem nenhuma espécie de interferência nesses conteúdos", acrescentou.

A 30 de junho último, o ministro da Comunicação Social guineense, Vítor Pereira, anunciou a suspensão das emissões dos canais África da RTP e RDP e da agência Lusa a partir das 00:00 de 01 deste mês, alegando a caducidade do protocolo assinado a 31 de outubro de 1997.

Vítor Pereira, porém, acabaria por excluir, no mesmo dia, a agência noticiosa portuguesa da suspensão das atividades.

Já a 01 deste mês, o ministro da Comunicação Social guineense convocou nova conferência de imprensa, em que justificou que a decisão de suspensão das atividades da rádio e televisão pública de Portugal no país "não é uma questão política, mas apenas técnica".

A Guiné-Bissau tem vivido uma situação de crise institucional desde as últimas eleições, com um afastamento entre o partido vencedor das legislativas e o Presidente da República, também eleito.

Conosaba/Lusa

«COMISSÃO POLÍTICA DO PAIGC SECÇÃO FRANÇA» PARTIDO AFRICANO DA INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ E CABO-VERDE



REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU

                                     PAIGC França
Réunião do dia 15 de julho de 2017

Introdução e contexto :

Pela ocasião do fim de semana de 14 de julho, onde a França comemora a tomada da Bastilha (símbolo do fim da monarquia ditatorial e de privilégios), celebra o nascimento da nação republicana e unificada, o PAIGC França optou por realizar a sua réunião política nesse dia 15 de julho de 2017.

No momento onde a França celebra o nascimento da democracia, o compromisso com os valores de liberdade, de igualdade, de fraternidade, de unidade nacional e do poder das suas instituições, o nosso país, a Guiné-Bissau continua mergulhada desesperadamente numa crise profunda, caracterizada pela recusa da aplicação do acordo de Conacri, que é a única solução para a saida da crise.

É neste contexto preocupante que o PAIGC França reuniu a sua comissão politica no 152, rue de la Nouvelle France 93100 Montreuil Sous Bois, honrada pela presença do camarada Martinho Dos Santos, membro do Comité Central do PAIGC.

Ordem do dia:

1. A SITUAҪÃO DO PARTIDO EM FRANҪA.

2. ABERTURA DAS BASES NAS PROVÍNCIAS.

3. PROPOSTA PARA ELABORACÃO DO NOSSO REGULAMENTO INTERNO.

4. NOSSA PARTICIPAÇÃO NO CONGRESSO DA UDEMU, NA CONVENÇÃO DO PARTIDO, DESLOCAÇÃO E ENCONTRO EM LISBOA COM A SUA Exa, Eng. º DOMINGOS SIMÕES PEREIRA, PRESIDENTE DO PAIGC. 

5. ADESÃO E ENTREGA DE CARTÕES A NOVOS MILITANTES. 

6. DIVERSOS.

Qualidades de debate, discussões e intercâmbios

O conjunto dos pontos de ordem do dia foram discutidos pelos participantes na base do respeito democrático, intelectual e humano. As intervenções foram ricas em ideias e foram tomadas decisões com vista a melhorar a eficácia no seio do nosso partido.

Estratégias à implementar para melhor implantação do PAIGC em França :

1) Implantação do PAIGC em todas as cidades do interior : Mantes-La-Jolie, Evreux, Elbeuf, Toulouse, Marselha, Toulon, Le Havre, Lyon, Lille, Estrasburgo, Mulhouse, Rennes, Nantes, Rouen, Bordéus, Nice...

2) Concentração do PAIGC nas grandes cidades provinciais : A partir de 3 pessoas, uma base pode ser criada em conformidade com nosso estatuto.

3) Mobilização geral de todos os militantes para a solidificação do nosso partido, com uma obrigação de cada militante de fazer aderir no minimo 10 novos militantes por trimestre a partir desta data.

4) Distribuição massiva dos cartões de militante baseando nas regras do nosso regulamento interno.

5) Incentivar todos os militantes para uma tomada de consciência coletiva pela urgência dos embates políticos que se avizinham.

6) Qualquer ausência, sem justificação válida, pode constituir motivos para uma multa ou uma outra sanção, conforme consta no nosso regulamento interno.

7) De relembrar que um bom militante é aquele que impriscindívelmente é ativo, dinâmico, consciente da situação política no país, que paga as suas quotas e participa em todas as actividades do partido. A nossa responsabilidade de militancia é o de servir diáriamente como vector de conhecimentos, de liberdade e de educação cívica em favor dos nossos concidadãos.

Honrados pela presença de nosso camarada Martinho Dos Santos, membro do Comité Central do PAIGC, a secção de França reitera o seu firme apoio a diração nacional do partido.

A Direção

SINDICATO DE GUINÉ TELECOM CONTESTA A ATRIBUIÇÃO DA GERÊNCIA DE CABOS DE FIBRA ÓTICA ÀS EMPRESAS DE COMUNICAÇÕES ESTRANGEIRAS


Sindicato dos Trabalhadores da empresa Guiné-Telecom manifestou-se contra a decisão de governo em atribuir a gestão de cabos de fibra óptica às empresas estrangeiras de comunicações, nomeadamente, Orange (francesa) e MTN (sul africana).

Numa entrevista exclusiva a esta rádio, esta sexta-feira (21 de Julho) o presidente do sindicato diz que querem que a empresa guineense seja gestora do cabo submarino através do consórcio designado “Bissau Cabo”.

David Mingo diz, «Nós nunca assistimos a esse tipo de consórcio; há o risco de oferecemos os cabos submarinos às multinacionais para fazerem o que bem entenderem, porque não se pode ter uma empresa vocacionada para esses trabalhos e ao mesmo tempo criar um grupo denominado “ Bissau cabo”. Ou seja, amanhã quando se protestar algo que vai mal no acordo, não vamos conseguir porque as multinacionais são accionistas maioritários. São essas as razoes da contestação do sindicato. Queremos que seja a Guiné Telecom (única empresa de telecomunicações guineense) a assumir a gestão do cabo submarino». 

O sindicato Pediu também ao Governo maior cautela na assinatura desses acordo porque se vai mexer com a soberania nacional. “ O ministro que faça seu esforço”, acrescentou David Mingo.

Compreendemos que governo quer relançar a empresa mas também que tenha cautela. Não vamos aceitar a imposição de oferecer todas as coisas aos estrangeiros sob pena de acabarmos com a empresa nacional”, justifica

De referir que o Governo guineense lançou no passado dia 17 de Julho o consórcio que vai gerir o cabo submarino trazendo Internet de "melhor qualidade" ao país dentro de 18 meses

Na assinatura do memorando que cria o consórcio, num montante de 35 milhões de dólares (30,5 milhões de euros, disponibilizado pelo Banco Mundial) o ministro dos Transportes e Telecomunicações, Fidélis Forbs disse que o projecto "é estruturante e vai ajudar ao desenvolvimento" do país.

A Guiné Telecom deixou de operar desde o início dos anos de 2000 devido a problemas de gestão da empresa.

Por: Nautaran Marcos Có/radiosolmansi com Conosaba do Porto

DELFIM DA SILVA NOMEADO NOVO REPRESENTANTE DA GUINÉ-BISSAU JUNTO DA ONU


A Guiné-Bissau nomeou, o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros e analista político Fernando Delfim da Silva seu novo representante permanente junto das Nações Unidas, sucedendo João Soares da Gama, segundo fonte oficial contactada pela Rádio Jovem.


Conosaba/Braima Darame