quinta-feira, 2 de julho de 2015

GUINÉ-BISSAU RECUPERA 35 ANOS DE CONHECIMENTO


Através de uma “iniciativa levada à cabo pela CESO, que se enquadra na estratégia do Governo, liderada por Sua Excelência, Sr. Domingos Simões Pereira, no qual considera o conhecimento como património para o desenvolvimento”, sublinhou hoje, dia 1 de julho, no Palácio do Governo, o Ministro das Obras Publica, Construções e Urbanismo, José António Cruz Almeida, que recebeu em representação do Primeiro-ministro, das mãos do Presidente do Conselho da Administração da CESA, Professor Doutor Américo Ramos dos Santos, um acervo de mais 170 documentos focalizados em mais de 30 projetos e perto de 25 artigos, relativos a 35 anos de história e de informação do nosso país, constituindo uma fonte de conhecimento útil aos desafios que o país tem pela frente.

Na ocasião, o Chefe do Governo agradeceu a equipa da CESO, congratulou-se com a colaboração do Ministério das Obras Públicas, dizendo: “Este gesto de colocar... de colocar à disposição do Governo... todo espólio de trabalhos realizados na Guiné-Bissau ... é uma demonstração inequívoca que a CESO sempre se assumiu como um parceiro da Guiné-Bissau... Esta cerimónia ... vai em direta ligação com aquilo que temos discutido com o INEP... Nestes 42 anos de independência, daqui a pouco vamos celebrar, não foram realizados poucos estudos neste país... Muitas vezes a questão é saber em quê que resultaram essas análises? O que é que esses estudos produziram? Como é que nós aproveitamos essas análises? Numa discussão que tivemos assente com o INEP, ia no sentido de propormos a realização de uma jornada de Casa Aberta, um Open House, no estilo americano, que permitisse que os vários sectores tivessem uma ideia do conjunto de trabalhos já realizados no seu sector e pudessem pelo menos constituir uma base de referência... Ninguém diz que à conclusão de um estudo é sempre a melhor opção em termos de governação. Agora, ignorar as avaliações feitas para se chegar à conclusão, é algo que eu penso que nós de facto não podemos aceitar. Se já fizemos isso no passado?! Outras circunstâncias terão ditado essa forma de atuação. Hoje, é chegado o momento de nós virarmos a página e criarmos condições para de facto beneficiar dessas reflexões que são aqui feitas. ”

Efetivamente, o Governo atribui ao conhecimento um lugar de destaque, como uma ferramenta de trabalho ao dispor das instituições nacionais, capaz de subsidiar o contínuo desenvolvimento do país.

O Presidente do Conselho de Administração CESO, consultora portuguesa internacional, especializada na prestação de serviços, nos domínios do desenvolvimento económico, social e organizacional, durante a apresentação da exaustiva compilação da documentação, que abrange múltiplos sectores relembrou a publicação de diversos artigos de autores guineenses, de entre os quais a tese do doutoramento de Carlos Lopes.

Estiverem presentes nesta cerimónia de entrega da documentação, entidades oficiais nacionais e os representantes das instituições internacionais com representação no país.

Bissau, 1 de julho de 2015

Carlos Vaz
Conselheiro para a Comunicação e Informação







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